Semana de 22/06 – 28/06/2026
Resumo Semanal de Incêndios em Portugal
A semana em revista
A semana registou uma queda acentuada na actividade incendiária, com o foco principal em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, e em Sintra, no distrito de Lisboa. Estas duas frentes absorveram a maior parte dos recursos e das intervenções. O resto do país manteve um nível bastante reduzido.
Onde se concentrou
O distrito do Porto liderou a concentração de incêndios, sobretudo nos concelhos de Vila Nova de Gaia, Gondomar e Maia. Em seguida, o distrito de Lisboa destacou‑se com a atividade em Sintra. As áreas do interior mostraram‑se menos afetadas.
Meios empenhados
Equipas terrestres foram mobilizadas intensamente nos focos do Porto, com unidades avançadas em Vila Nova de Gaia, Gondomar e Maia, enquanto helicópteros foram despachados para apoiar as linhas de frente mais críticas. Em Sintra, as brigadas foram reforçadas e o apoio aéreo foi mantido para conter a propagação. A distribuição dos recursos refletiu a intensidade observada em cada zona.
Reacendimentos
Os reacendimentos foram registados sobretudo em Santo Tirso, Maia, Sintra, Vila do Conde e Amarante, todos no distrito do Porto exceto Sintra. Estes pontos mostraram‑se vulneráveis a novas faíscas ao longo da semana. Não se observaram reacendimentos significativos noutras áreas.
Sinais de satélite
As imagens de satélite não revelaram novos focos de grande dimensão, limitando‑se a confirmar a atividade já conhecida nos distritos do Porto e de Lisboa. Não houve anomalias significativas nos sensores que indicassem incêndios inesperados. O contributo orbital foi, portanto, mais de validação do que de descoberta.
Perspetiva
A tendência de redução observada sugere que a pressão incendiária está a arrefecer, embora o Porto continue a exigir vigilância constante. Se o padrão se mantiver, espera‑se que a situação permaneça sob controlo nas próximas semanas.