RESUMOSResumo semanal

Semana de 26/10 – 1/11/2026

Resumo Semanal de Incêndios em Portugal

A semana em revista

Esta semana o fogo esteve concentrado sobretudo em Sintra, no distrito de Lisboa, e em Torres Vedras, também no distrito de Lisboa. A atividade superou a de outras regiões combinadas, mantendo a pressão sobre as equipas locais.

Onde se concentrou

Lisboa foi o distrito mais ativo, liderado pelos concelhos de Sintra e Torres Vedras. No norte, o distrito do Porto registou foco em Vila Nova de Gaia e no concelho do Porto, enquanto Leiria destacou‑se com Pombal. Estas áreas foram responsáveis pela maior parte dos focos.

Meios empenhados

Equipas terrestres foram reforçadas em Sintra e Torres Vedras, onde o fogo exigiu intervenções contínuas. No distrito do Porto, as unidades aéreas foram mobilizadas para apoiar Vila Nova de Gaia e o Porto, acompanhando a intensidade do terreno. As forças deslocaram‑se de um ponto a outro conforme surgiam novos focos.

Reacendimentos

Reacendimentos foram registados em Leiria, no concelho de Leiria, bem como em Maia e no próprio Porto, ambos no distrito do Porto. Também surgiram reacendimentos em Sintra e em Mirandela, no distrito de Bragança. Estes episódios reforçaram a necessidade de vigilância nas áreas já afetadas.

Sinais de satélite

Os sensores satélite mostraram perspetivas de calor persistente sobre Lisboa, mas não revelaram novas explosões fora dos focos conhecidos. As anomalias de recurso e de horário incomum foram captadas, oferecendo contexto ao aumento de mobilização. No geral, a monitorização orbital confirmou a tendência de concentração nas áreas já citadas.

Perspetiva

A diminuição relativa da atividade sugere uma estabilização, embora a pressão continue nos focos de Lisboa. As equipas permanecem em alerta, prontas para responder a eventuais reacendimentos. O quadro aponta para uma semana de manutenção mais que de escalada.

Week of 26/10 – 1/11/2026

Weekly wildfire recap · Portugal

The week in review

This week the fire activity was centred mainly on Sintra in the Lisbon district and on Torres Vedras, also in Lisbon. The intensity outpaced the rest of the country combined, keeping pressure on local crews.

Where activity concentrated

Lisbon was the busiest district, led by the municipalities of Sintra and Torres Vedras. In the north, the Porto district saw activity centred on Vila Nova de Gaia and the city of Porto, and Leiria stood out with Pombal. These fronts accounted for the bulk of the incidents.

Resources deployed

Ground crews were bolstered in Sintra and Torres Vedras, where the fire demanded continuous intervention. In the Porto district, aerial units were deployed to support Vila Nova de Gaia and the city of Porto, matching the terrain’s intensity. Teams shifted from one hotspot to the next as new fronts emerged.

Reignitions

Re‑ignitions were recorded in Leiria, within the municipality of Leiria, as well as in Maia and in Porto itself, both in the Porto district. They also appeared in Sintra and in Mirandela in the Bragança district. These episodes underscored the need for continued monitoring in the already affected zones.

Satellite signals

Satellite sensors displayed persistent heat signatures over Lisbon, yet they did not reveal new eruptions beyond the known hotspots. Anomalies related to resource surges and unusual timing were captured, providing context to the heightened mobilisation. Overall, the orbital monitoring confirmed the concentration trend in the previously mentioned areas.

Outlook

The relative dip in activity hints at a stabilization, though pressure remains on the Lisbon fronts. Crews stay on standby, ready to respond to any further re‑ignitions. The picture points to a week of maintenance rather than escalation.