RESUMOSResumo semanal

Semana de 6/07 – 12/07/2026

Resumo Semanal de Incêndios em Portugal

A semana em revista

A semana foi marcada por uma atividade de incêndios mais intensa que o resto do país somado, com o foco principal em Maia, no distrito do Porto, e em Guimarães, no distrito de Braga. Estas duas frentes dominaram o panorama, enquanto outras áreas registaram níveis mais moderados.

Onde se concentrou

O distrito do Porto liderou a contagem, impulsionado sobretudo por Maia, seguido de perto pelo distrito de Braga, onde Guimarães, Fafe e Póvoa de Lanhoso se destacaram. O distrito de Lisboa também manteve presença notável através de Sintra, e Setúbal mostrou sinais de atividade, ainda que em escala inferior.

Meios empenhados

Equipas terrestres foram concentradas em Maia e Guimarães, refletindo a gravidade dos focos, com apoio de unidades aéreas que sobrevoaram ambas as áreas. Nas localidades de Fafe e Sintra, as intervenções foram mais pontuais, mas ainda assim coordenadas com os recursos centrais. A presença de helicópteros e aviões de combate reforçou a resposta nas zonas mais críticas.

Reacendimentos

Os reacendimentos foram observados em Lourinhã (Lisboa), Montalegre (Vila Real), Ponte de Lima (Viana do Castelo), Póvoa de Lanhoso (Braga) e Arouca (Aveiro), indicando que alguns focos reviveram rapidamente após a contenção inicial. Cada um desses concelhos exigiu nova atenção das equipas de campo.

Sinais de satélite

As imagens de satélite mostraram um padrão de calor limitado, confirmando que a maior parte dos focos já estava sob controlo nas áreas mais afetadas. Não surgiram anomalias significativas que indicassem novos incêndios de grande escala.

Perspetiva

A tendência desta semana aponta para uma estabilização, com a pressão dos incêndios a diminuir gradualmente após o pico intenso. Ainda assim, a vigilância permanece essencial nas zonas que ainda apresentam risco residual.

Week of 6/07 – 12/07/2026

Weekly wildfire recap · Portugal

The week in review

The week saw fire activity that outpaced the rest of the country combined, centred on Maia in the Porto district and Guimarães in the Braga district. These two fronts dominated the picture, with other areas experiencing comparatively milder levels.

Where activity concentrated

Porto district led the tally, driven chiefly by Maia, closely followed by Braga district where Guimarães, Fafe and Póvoa de Lanhoso stood out. Lisbon district also kept a notable presence via Sintra, while Setúbal displayed activity, albeit on a smaller scale.

Resources deployed

Ground crews were massed around Maia and Guimarães, mirroring the severity of those fronts, with aerial units patrolling both zones. In Fafe and Sintra, interventions were more targeted yet still coordinated with central assets. Helicopters and firefighting aircraft bolstered the response in the most critical spots.

Reignitions

Reignitions appeared in Lourinhã (Lisbon), Montalegre (Vila Real), Ponte de Lima (Viana do Castelo), Póvoa de Lanhoso (Braga) and Arouca (Aveiro), showing that several spots flared up again shortly after initial containment. Each of these municipalities required renewed attention from field teams.

Satellite signals

Satellite imagery displayed a limited heat pattern, confirming that most fronts were already under control in the hardest‑hit areas. No significant anomalies emerged to suggest new large‑scale fires.

Outlook

The week’s trend points toward stabilization, with fire pressure easing gradually after the intense peak. Nonetheless, vigilance remains essential in areas that still hold residual risk.