Semana de 13/07 – 19/07/2026
Resumo Semanal de Incêndios em Portugal
A semana em revista
A semana ficou marcada por uma intensa atividade em Maia, no distrito do Porto, onde se concentraram as chamas mais relevantes. Em paralelo, Barcelos, no distrito de Braga, também registou uma carga significativa de incêndios. O ritmo geral foi mais calmo que a semana anterior.
Onde se concentrou
O distrito do Porto liderou a contagem, impulsionado sobretudo pelos focos em Maia e na cidade do Porto. Em Braga, Barcelos e Guimarães concentraram a segunda maior parcela de incêndios. O distrito de Setúbal também apareceu entre os mais ativos, ainda que sem concelho específico na lista principal.
Meios empenhados
Equipas terrestres foram mobilizadas intensamente em Maia e no Porto, enquanto helicópteros sobrevoaram a zona de Braga para apoiar Barcelos e Guimarães. A distribuição de recursos refletiu a intensidade dos focos, com maior presença onde o fogo se mostrava mais agressivo. Em Setúbal, a resposta ficou mais limitada, condizente com a menor pressão.
Reacendimentos
Reacendimentos foram observados em Estarreja, no distrito de Aveiro, e em Guimarães, no distrito de Braga, bem como em Mêda, no distrito da Guarda. Também surgiram reacendimentos em Olhão, no distrito do Faro, e em Palmela, no distrito de Setúbal. Estes episódios foram pontuais e não alteraram a dinâmica geral.
Sinais de satélite
Os sensores satélite mostraram pouca atividade nova, confirmando a tendência de diminuição observada nos registos terrestres. Não surgiram anomalias notáveis nem picos inesperados de calor. Assim, a imagem do espaço reforçou a impressão de uma semana mais tranquila.
Perspetiva
A evolução da última semana sugere que a pressão de incêndios continuará a recuar, embora a vigilância permaneça essencial nos distritos mais vulneráveis. Não há indícios de um repique imediato. O foco permanecerá na contenção de focos residuais.