Semana de 20/07 – 26/07/2026
Resumo Semanal de Incêndios em Portugal
A semana em revista
A semana registou uma atividade de incêndios mais intensa que o resto do país somado, centrada sobretudo em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, e em Sintra, no distrito de Lisboa. Os focos surgiram em série, obrigando as equipas a deslocar‑se rapidamente entre diferentes frentes.
Onde se concentrou
O distrito do Porto liderou a contagem, com Vila Nova de Gaia e Maia a suportarem a maior parte dos focos. Em seguida, o distrito de Lisboa destacou‑se graças a Sintra, que manteve uma pressão constante. Os distritos de Braga, Aveiro e Viana do Castelo também apresentaram atividade relevante, embora em escala menor.
Meios empenhados
Equipas terrestres foram concentradas em Vila Nova de Gaia e Maia, onde a intensidade exigia a presença de múltiplas brigadas. No distrito de Lisboa, as unidades foram deslocadas para Sintra, mantendo uma cobertura equilibrada. Aeronaves de combate foram empregues sobretudo sobre o norte do país, acompanhando os focos mais críticos em Porto e Braga.
Reacendimentos
Reacendimentos foram observados em Setúbal, com Almada e Alcochete a registarem novos focos pouco depois da contenção. No distrito do Porto, Lousada e Maia também apresentaram reacendimentos, enquanto Montalegre, no distrito de Vila Real, registou um caso isolado. No geral, o número de reacendimentos manteve‑se limitado.
Sinais de satélite
Os sensores satélite captaram a evolução dos principais focos, permitindo validar a propagação nas áreas de Vila Nova de Gaia e Sintra. No entanto, o volume de deteções foi limitado, sem revelar anomalias inesperadas.
Perspetiva
A tendência observada indica que a pressão de incêndios permanece elevada, embora a resposta coordenada esteja a conter novos surtos. Se a dinâmica se mantiver, espera‑se que a situação continue a exigir vigilância constante.